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Monumentos

Obelisco. Localizado na Av. 9 de Julio com Av. Corrientes, na Praça da República. Inaugurado em 23 de maio de 1936. Alberto Presbisch foi o arquiteto deste monumento, rejeitado primeiro mais depois chegou a se tranfsormar no monumento mais emblemático da cidade e o qual a representa mundialmente. Construído em memória do quarto centenário da primeira fundação de Buenos Aires. O especial dele é que lembra, nas suas quatro faces, sucessos de grande importância na história argentina: A chegada de Pedro de Mendoza em 1536, a Fundação da Cidade em 11 de junho de 1580, a Federalização da Cidade de Buenos Aires em 1880, a primeira vez que foi içada a bandeira Argentina na torre da Igreja de San Nicolás de Bari em 1812. Conta com 72 metros de altura e com uma base de 49 m2. Tem 206 degraus que levam pás quatro janelas de sua ponta, nesse ponto estão as melhores vistas do centro da cidade.

Torre Monumental.  Av. del Libertador com Av. Ramos Mejía, Retiro.
É o centro de informações turísticas de Buenos Aires. Inaugurada em 1916 no bairro de Retiro entre as avenidas Del Libertador e Ramos Mejía. Conhecido em suas origens como a Torre dos Ingleses.

Monumento a Julio Argentino Roca. Diagonal Sur com Perú.
Julio Argentino Roca, presidente da República em duas oportunidades, pioneiro das batalhas de Cepeda, Pavón. A Campanha ao deserto e a guerra do Paraguai. Ministro de guerra que viveu desde 1843 até 1914. Este monumento foi construído em 1941 por José Zorrilla de San Martín em seu honor, em mármore com duas esculturas que representam o Trabalho e a Pátria. 

Monumento dos Espanhóis. Avenida Sarmiento com Avenida del Libertador.
Um monumento problemático em sua construção, com muitos obstáculos para terminá-lo mas finalmente em 25 de maio de 1927 foi inaugurado com o nome de “A Carta Magna e As Quatro Regiões Argentinas”. Um monumento que os espanhóis deram como presente à República no centenário da Revolução de Maio. Seu arquiteto morreu um ano depois de finalizar os esboços, sucedido por Cipriano Flojeras a quem seguiu a mesma tragédia. Depois, por causa de um naufrágio que transportava os materiais para finalizá-la ficou ainda mais atrasada Foram forçados então a encarregar réplicas à Espanha, as quais estiveram prontas em 1918 e assim puderam terminar o monumento. 

Monumento a Carlos Gardel. Cemitério da Chacarita (Guzmán 670)
Em honor a este grande símbolo do tanto, é colocado um cigarro aceso na sua mão direita e um ramo de cravos na esquerda. O Cemitério foi criadao devido às fortes epidemias de Febre amarela que devastaram a cidade.

Monumento ao balé nacional. Plaza Lavalle, na rua Libertad, entre Lavalle e Tucumán.  
Em memória de Norma Fontenla, José Neglia e seus colegas de balé que morreram em um acidente aéreo no Rio da Prata. Monumento construído por Carlos de la Cárcova e Ezequiel F. Cerrato e inaugurado em 1972. 

Monumento a Lavalle, partícipe nas batalhas pela independência como político e militar, descendente do conquistador do México, Hernán Cortes. É um monumento de 18 metros de altura, desenhado por Pietro Costa. Inaugurado em 1887 em Praça Lavalle, em frente do Palácio de Tribunais e a poucos metros do Teatro Colón. 

Monumento "Canto ao Trabalho", criado por Rogelio de Yrurtia na Av. Paseo Colón al 800. Composto por 14 figuras humanas realizadas em bronze. 

Jaguareté do Parque Chacabuco, localizada em Asamblea com Emilio Mitre. Esculpida em 1935 por Emilio Sarniguet e recuperada no início do século XIX foi localizada novamente em Parque Chacabuco.

Monumento Los Andes, localizado no bairro de Chacarita entre Praça Los Andes, Av. Corrientes, Av. Jorge Newbery, Guzmán e Av. Dorrego. Criado por Luis Perlotti, representa os povos Calchaquí, Tehuelche e Ona. Criado pelo escultor Luis Perlotti.

Monumento a Chapeuzinho Vermelho, desenhado pelo famoso escultor francês,  Jean Carlus. Adquirida pela Cidade em 1937 e localizada em Av. Sarmiento e Av. del Libertador,  bairro de Palermo.

Monumento Fonte a Pedro de Mendoza. Parque Lezama, entre Brasil e Defensa, no bairro de San Telmo.
Desenho de Juan Carlos Oliva Navarro onde Pedro de Mendoza aparece cravando sua espada no solo, e com um muro de mármore com figuras indígenas que se erige atrás dele. Este monumento tenta representar a conquista das terras espanholas, além disso conta com dois vazadouros que reproduzem o Rio Guadalquivir e o Rio da Prata, de onde começou e onde terminou a expedição da conquista. Inaugurado em 23 de junho de 1937. 

Monumento a Eva Perón, localizado na Praça Evita, Av. del Libertador com Agüero, en el barrio de Recoleta. Nele diz:  “Soube dignificar a mulher, dar proteção às crianças e abrigar os anciãos, renunciando às honras.” “Ela quis ser sempre simplesmente Evita, eterna na alma de nosso povo, por melhorar a condição humana de humildes e trabalhadores, lutando pela justiça social.” Criado pelo escultor argentino, Ricardo Gianetti, quem dedica este monumento a ela da siguiente maneira:  "A María Eva Duarte de Perón", "Legado de luz, haste e bandeira" (lateral direito) "Hino de Honra e exaltação" (lateral esquerdo). Inaugurado eem 6 de dezembro de 1999.

Monumento ao Gral. C. M. Alvear, uma das grandes figuras argentinas. Colaborador de San Martín, presidente da Assembléia do ano XIII e Diretor Supremo das Províncias Unidas do Rio da Prata em 1815. Desenhado por Antonio Emilio Bourdelle. 

Floralis Genérica. Localizada na Praa das Nações Unidas, entre Av. Figueroa Alcorta com Austria. Um monumento que representa todas as flores de maneira geral. O objetivo de sua criação era, para seu desenhador Eduardo Catalano, transmitir o que para ele significava uma flor. Ele a considera “uma síntese de todas as flores e ao mesmo tempo uma esperança que renasce a cada dia ao se abrir”. Foi doada ao Governo da Cidade em 2002. Por último, sua consola automática na base está programada para que a flor se abra todos os dias às oito da manhã e feche aos entardeceres.

Fonte das Nereidas. Costanera Sur.
Escultura fortemente criticada e rejeitada a princípio. Hoje é Monumento Histórico Nacional. Obra da escultora Lola Mora, quem doou sua criação em 1903. Representa a Deusa de Vênus, quer dizer, a deusa do amor e da beleza, que é vista emergindo do mar segurada por tritões e nereidas.

Pirâmide de Maio, localizada na Praça de Maio, foi o primeiro monumento pátrio, inaugurado em 25 de Maio de 1811, um ano após a liberação da Pátria. Em 1856 foi adicionada a Estátua da Liberdade, por Priliano Pueyrredón.

Monumento aos dois Congressos. Praça dos dois Congressos; de costas à Av. Entre Rios e no do lado da rua Rivadavia.
Em comemoração à assembléia do ano XIII e do Congresso de Tucumán em 1816, Jules Lagae e Dhuicque desenharam este monumento, composto por uma figura feminina no centro do monumento simboliza a república vitoriosa e em avanço, o ramo de louro em sua mão direita é a vitória; guia do arado simboliza o trabalho. Também podemos ver um homem seminu entre plantas aquáticas que saúda o sol nascente com uma mão e com a outra pega forte o remo. Finalmente, nos lados há dois homens que derramam água de suas anáforas simbolizando o rio Paraná e Uruguay. Nos contornos da obra vemos cavalos, condores, e espécies animais. O monumento ganhou um prêmio em Roma por sua impressionante arquitetura. 

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