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Rochester Hotel - concept

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Palermo

Bosques e lagos

1. Jardim Botânico
Av. Santa Fe 3951 (com Av. Las Heras)
Foi inaugurado em 1898; é considerado a obra máxima do arquiteto e paisagista francês Carlos Thays. É uma superfície de quase oito hectares e conta com 5.000 a 6.000 espécies de plantas. 
A flora argentina recebe o lugar mais importante, com espécies características de cada província. Outras seções estão destinadas à flora de cada continente. 
O jardim está decorado com numerosas esculturas e fontes. 
 
2. Zoológico de Buenos Aires
Av. Las Heras y Av. Sarmiento
Foi criado há mais de cem anos. É um passeio ao que se pode dedicar boa parte de um dia: possui uma grande variedade de espécies animais e uma arquitetura que reproduz obras clássicas do mundo. O portal de entrada é uma reprodução do Arco Triunfal de Tito em Roma; o Palácio dos Elefantes é uma réplica do Templo da deusa Nimaschi em Mumbai; mais adiante se encontra o Templo de Vesta, construção circular de 16 colunas coríntias cópia do que se encontra em Roma. 
O Zoológico abriga também numerosas obras de arte, como a “Niña con flores”, um calco da obra do italiano Canova, o “Mono caído”, de Passani, e uma figura feminina esculpida pela escultora argentina Lola Mora. 
 
3. Sociedad Rural Argentina (SRA)
Av. Sarmiento com Av. Santa Fe.
Há 120 anos é o centro de exposições mais importante de Buenos Aires. Conta com 45.000 m² cobertos e quatro salas para conferências. 
Anualmente, no prédio é apresentada “La Rural”, uma das feiras de agricultura mais importantes do mundo. 
 
4. Monumento dos Espanhóis
Avenida Sarmiento com Avenida del Libertador
Seu verdadeiro nome é “La Carta Magna” e “Las Cuatro Regiones Argentinas”, 
responde a que em 1910 –ano do centenário da Revolução de Maio– a coletividade espanhola doou o monumento à cidade. A obra sofreu vários inconvenientes: seu autor faleceu um ano depois de terminar os esboços, e o mesmo aconteceu com seu sucessor, Cipriano Flojeras.  
Embora em 1910 fosse colocada a pedra fundamental, o presente não ficou pronto para os festejos do centenário. Um naufrágio atrasou, ainda mais, sua conclusão: em março de 1916 o navio espanhol “Príncipe de Asturias” afundou defronte à Ilha Bela, na costa brasileira e ali ficaram os bronzes que originalmente iam formar parte do monumento. Um ano depois, foram encomendadas as réplicas à Espanha, as quais foram terminadas em 1918. Finalmente, foi inaugurado em 25 de maio de 1927. 
 
5. Praça Alemania (Alemanha)
Avenida del Libertador, Avenida Casares, Castex com Cavia.
O desenho é do paisagista francês Carlos Thays, autor tambiém dos planos do Jardim Botânico. Foi inaugurada no ano 1914, com canteiros enrolados e um jardim à “européia". Em 2004, o Governo da Cidade e os moradores decidiram recuperar seu traçado original. Uma das obras mais importantes foi a restauração da fonte “Riqueza Agropecuária Argentina”, doada pela coletividade alemã em 1910 para as comemorações do Centenário. A fonte é obra do escultor Adolfo Bredow e foi realizada com “lava” de Roma (pedra mole), mármore de Carrara e bronze. 
 
6. Jardín Japonês
Avenida Carlos Casares com Avenida Figueroa Alcorta.
Doado pela comunidade japonesa de Buenos Aires, este passeio reproduz um jardim japonês tradicional. Possui um lago com carpas multicolores, uma cascata, um jardim seco (estilo “zen”), um espaço concebido de meditação, uma casa de chá e um restaurante. O jardim alberga exposições e oficinas vinculadas à cultura japonesa. 
 
7. Columna persa
Avenida Figueroa Alcorta com Avenida Sarmiento
Esta coluna (um presente do governo Iraniano) é conhecida como “La columna del templo persa”. É uma réplica das colunas do Palácio de Persépolis, levantado entre os séculos VI e V a. C. por Darío e Jerjes. Possui dezenove metros de altura e a rematam duas cabeças de boi. 
 
8. Parque Tres de Febrero
Avenida del Libertador com Avenida Sarmiento
Em 11 de novembro de 1875, por iniciativa do presidente Domingo F. Sarmiento, foi inaugurado o parque “Tres de Febrero” (3 de fevereiro, data da batalha de Caseros). O projeto original esteve a cargo dos arquitetos Ernesto Oldendorf, Fernando Mauduit e Jordan Wysocky, e finalizado em 1876 pelo arquiteto Júlio Dormal. As ampliaciones posteriores (entre 1892 e 1913) estiveram a cargo do paisajista Carlos Thays.  
No parque, na Av. Sarmiento entre a Av. Libertador e a Av. Figueroa Alcorta, encontra-se o monumento à “Caperucita Roja” (Chapeuzinho Vermelho). Realizado em mármore, foi comprado pela então, Municipalidade de Buenos Aires, em 1937. É obra do francês Jean Carlus. 
Nesta zona, encontrava-se uma das “milongas” mais importantes da história de tango: “Ló de Hansen”. Entre 1895 e 1910 foi o local noturno mais popular da cidade de Buenos Aires. Está localizada na esquina das atuais avenidas Sarmiento e Figueroa Alcorta. 

9. Planetário Galileo Galilei
Avenida Belisario Roldán y Avenida Sarmiento
O edifício tem cinco andares, seis escadas (uma helicoidal) e uma sala circular de 20 metros de diâmetro com 360 poltronas. Na cúpula semi-esférica (20 metros de diámetro e recoberta interiormente com chapas de alumínio) projeta-se a cúpula celeste. No centro da sala está está localizado o autêntico planetário: um aparelho de 5 metros de altura e 2,5 toneladas de peso que tem cerca de cem projetores. Está conformado por uma armação cilíndrica com projetores independentes para a lua, o sol e os planetas visíveis a simples vista — Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno–, e duas esferas nos extremos que projetam 8.900 estrelas. 
No lago adjacente está a escultura “Sorprendida”, do italiano Nicolás A. Ferrari e a poucos metros, um monólito evocativo do sábio polonês Nicolás Copérnico. 
Nestes terrenos foi jogada a primeira partida de futebol na Argentina, no dia 29 de junho de 1867. Jogaram a equipe do Buenos Aires Criquet Club e a tripulação do navio de guerra britânico Bombay. 
 
10. Os lagos
Avenida Infanta Isabel com Avenida Araola
Os lagos artificiais de Palermo se formaram inundando a depressão criada pela extração de terra para construir as terraplanagens da Estrada de Ferro. Estão rodeados de um formoso bosque de tipas, eucaliptos, talas e umbuzeiros. Podem ser alugados botes de remo ou a pedal. Bem próximo, encontra-se o Museu Eduardo Sívori (Infanta Isabel, 555), o mais antigo da cidade. Conta com um patrimônio de mais de quatro mil e quinhentas obras de arte argentina: esculturas, tapetes e importantes coleções de desenho e gravado. 
 
11. Hipódromo Argentino de Palermo
Avenida del Libertador al 4100
Foi inaugurado em 1876, nos terrenos lindeiros aos “alfafares”, Roseirais e o Parque Tres de Febrero. Naquele dia, os trens e os tranvias foram poucos: dez mil espectadores estiveram presentes no triunfo do “Resbaloso” na primeira corrida. A Tribuna Oficial e a Confeitaria Paris formam parte do patrimônio arquitetônico da cidade. O hipódromo possui um superfície de sessenta hectares e tem três pistas de areia “cava”. Duas delas, são utilizadas de forma exclusiva para treinamento e “vareo” dos cavalos. A pista principal possui 2.400 metros e é considerada uma das melhores pistas do mundo. 
 
12. Rosedal (Roseiral)
Avenida Infanta Isabel, Iraola com Presidente P. Montt
O “Rosedal” é o coração do Parque “Três de Febrero”. Foi criado em 1914 pelo paisagista Carlos Thays. Inicialmente, possuía cerca de 14.700 roseiras; hoje conta com mais de 12.000. 
Seus atrativos mais importantes são o Pátio Andaluz (construído em 1929, presente da cidade espanhola de Sevilla), a Glorieta (coberta de roseiras e trepadeiras) e a Ponte Branca (magnífica construção de madeira que atravessa o lago). No centro do Rosedal está o Jardim dos Poetas, com bustos de William Shakespeare, Alfonsina Storni, Dante Alighieri, Federico García Lorca, Antonio Machado e Jorge Luís Borges, dentre outros. 

Palermo Chico:
1. Canal 7
Figueroa Alcorta com Tagle
Sede do único canal de televisão nacional, estatal da Argentina. O edifício foi inaugurado em 1978, pela ditadura militar, pouco antes da Copa do Mundo disputada no país. A obra (excessivamente custosa) pôs fim ao freqüente translado dos estúdios do Canal 7, em funcionamento desde 1951. 
O prédio, inaugurado em 1969, foi realizado pelos arquitetos Bouchard e Etchenique. De corte funcionalista, é reconhecido pela fachada totalmente recoberta de pedras Mar del Plata. 
Defronte está localizada Embaixada do Chile. 
 
2. Barrio-Parque
O traçado de Palermo Chico foi realizado pelo arquiteto Carlos Thays, que desenhou o jardim botânico em 1912. Sua intenção era organizar um bairro com ruas curvas e irregulares e abundantes espaços verdes povoados de espécies locais como “tipas”, jacarandás, paineiras, lapachos e ceibos. 
 
3. Monumento "El Arquero de San Sebastián"
Av. del Libertador com Mariscal R. Castilla
Realizado pelo escultor argentino Alberto Lagos, representa um arqueiro arrependido tentando quebrar seu arco depois de participar do suplício de São Sebastião, pregador do catolicismo, nos tempos do imperador Diocesano. 
 
4. Instituto Sanmartiniano
Praça Grand Bourg
O instituto foi fundado em 1933; o edifício – réplica da casa do General “San Martín” em “Grand Bourg”, França– foi inaugurado em 1946. A metros da entrada pode-se ver o único monumento que representa “San Martín” de civil e ancião. 
 
5. Casa de Victoria Ocampo e Embaixada da Bélgica.
Rufino Elizalde 2831
Obra conjunta do arquiteto Alejandro Bustillo e de Victoria Ocampo, construída em 1929. Sua proprietária foi uma importante figura do ambiente literário argentino durante o século XX e fundadora da revista “Sur”; sua irmã foi a escritora Silvina Ocampo, esposa do também escritor Adolfo Bioy Casares. A casa hoje pertence ao “Fondo Nacional de las Artes”. Defronte encontra-se a Embaixada da Bélgica, cujo edifício foi construído pelo arquiteto Alejandro Bustillo, em 1930. 
 
6. Praça Chile e suas esculturas
Av. Del Libertador com Castilla
Com obras que homenageiam os escritores chilenos e prêmios Nobel Gabriela Mistral e Pablo Neruda, o general O' Higgins (lutou pela independência do Chile) e os colaboradores do general “San Martín". 
 
7. Museu Nacional da Arte Decorativa
Avenida del Libertador 1902
O palacete onde funciona, de estilo neoclássico, é uma obra de 1911, do arquiteto francês René Sergent. Sua decoração é testemunho do modo de vida de um setor da sociedade argentina, do início do século XX. A coleção permanente do museu está integrada por móveis, esculturas, porcelanas, vidros, pinturas e tapetes europeus e orientais dos séculos XIV a XX. 
 
8. Museu de Arte Popular José Hernández
Avenida del Libertador 2373
Museu de arte popular. Suas coleções incluem artesanatos tradicionais e contemporâneos nos itens de prataria, aspa, osso, porongo, madeira, couro, ferro, olaria, cestaria, têxteis, vidro, imaginária e instrumentos musicais. 
 
9. Palacio Alcorta
Avenida Figueroa Alcorta 3301
Foi projetado em 1927 pelo arquiteto Mario Palanti, autor do Palácio Barolo da Avenida de Maio. O edifício está dividido em apartamentos que funcionam como moradia ou escritórios. Originalmente, no terraço existia una pista para corridas de carros. No andar térreo está o “Museu Renault”, um complexo com bar e restaurante, salões para eventos e um espaço destinado à exposição de carros. 
 
10. Museu de Arte Latino-americana de Buenos Aires (Malba)
Avenida Figueroa Alcorta 3415
O edifício foi desenhado pelos arquitetos argentinos Gustavo Atelman, Martín Fourcade e Alfredo Tapiá. O museu aloja a coleção de Eduardo Constantini, mais de duzentas peças com obras de Frida Kahlo, Wifredo Lam, Roberto Matta, Diego Rivera, Joaquín Torres-García, Antonio Berni, Emiliano Di Cavalcanti, Jorge de la Vega, Tarsila do Amaral, Pedro Figari, Lygia Clark, Hélio Oiticica, Liliana Porter, Guillermo Kuitca, José Bedia Valdés, dentre outros. 

 

Palermo Viejo, Soho e Hollywood

1. Praça Itália
Santa Fe altura 4000
É um dos lugares da cidade com maior movimento de pessoas e transporte. No centro, o monumento ao revolucionário italiano Giuseppe Garibaldi. Nas proximidades da praça estacionam os “mateos”, carruagens de cavalos, que realizam passeios turísticos. 
 
2. Calle Jorge Luis Borges
É uma típica rua de bairro. O escritor Jorge Luis Borges nasceu em 24 de agosto de 1899 no centro da cidade, porém, mais tarde, a família se mudou para o número 2135 desta rua. A casa não foi conservada. Borges morou no bairro de Palermo até 1914. 
 
3. Praça Julio Cortázar
Jorge Luis Borges com Honduras
No coração do Palermo Soho, chamado dessa maneira por seu ambiente boêmio. Nas proximidades da praça há bares, restaurantes, livrarias, ateliês de artistas, lojas de móveis, de acessórios e de roupas. A vanguarda do desenho portenho está na zona compreendida entre as ruas Costa Rica, Godoy Cruz, Malabia e Gorriti. 
 
4. Passagens de Palermo Soho
Russel (Serrano altura 1600), Santa Rosa (Serrano altura 1700), Soria (Serrano altura 1800)
São vestígios de uma urbanização, um bairro de trabalhadores que nunca foi terminado. Algumas das moradias mais exclusivas da cidade estão ocultas nestas passagens. 
 
5. Pasaje Darwin
Aqui funciona todos os fins de semana uma feira de artes plásticas e artesanato. No passeio também são realizdas atividades culturais, espetáculos e são apresentados artistas de rua. 
 
6. Palermo Hollywood
Entre Juan B. Justo, Santa Fe, Niceto Vega e Dorrego
A via ferroviária é o limite de Palermo Soho. Do outro lado, se extende Palermo Hollywood, nome que se deve à presença de estúdios cinematográficos e de televisão, produtoras e rádios. 
A área se caracteriza pelos bares e pela qualidade dos restaurantes: pratos internacionais, cozinha étnica e pratos de autor. 

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