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Monumentos

Obelisco. Plaza de la República - Av. 9 de Julio com Av. Corrientes, San Nicolás.
É obra do arquiteto Alberto Prebisch. Foi inaugurada em 1936, para o quarto centenário da primeira fundacion de Buenos Aires. Na praça há canteiros e os escudos das províncias argentinas.

Torre Monumental.  Av. del Libertador com Av. Ramos Mejía, Retiro.
A torre monumental, também conhecida como torre dos ingleses, seu antigo nome, foi inaugurada em 1916 no bairro de Retiro. Com seu reabertura em 2001, a cidade contou com um novo espaço cultural. Funciona ali o centro de informações de museus da cidade de Buenos Aires.

Monumento a Julio Argentino Roca. Diagonal Sur com Perú.
Foi inaugurado em 1941. Em sua base, revestida em mármore, destacam-se duas grandes figuras que representam à Pátria e ao Trabalho. Coroando o monumento, há uma escultura eqüestre realizada em bronze, obra do José Zorrilla de San Martín. Julio Argentino Roca (1843-1914) participou das batalhas da Cepeda, Pavón e na guerra do Paraguai. Foi ministro da guerra de Avellaneda, e nesse cargo impulsionou e dirigiu a Campanha ao Deserto. Foi duas vezes Presidente da República (1880-1886 e 1898-1904). 

Monumento dos Espanhóis. Avenida Sarmiento com Avenida del Libertador.
Seu verdadeiro nome é “A Carta Magna e As Quatro Regiões Argentinas”, mas sua denominação popular responde a que em 1910 (ano do centenário da Revolução de Maio) a coletividade espanhola doou o monumento à cidade. A obra teve vários inconvenientes: seu autor faleceu um ano depois de terminar os esboços, e o mesmo aconteceu com seu sucessor, Cipriano Flojeras. Por isso, embora em 1910 foi colocada a pedra fundamental, o presente não esteve pronto para as comemorações do centenário. A finalização do monumento se atrasou ainda mais devido a um naufrágio: em março de 1916, o casco de navio espanhol Príncipe de Astúrias afundou frente à Ilha Bela, na costa brasileira e ali ficaram os bronzes que originalmente iam fazer parte do monumento. Um ano depois se encarregaram réplicas à Espanha, as quais estiveram terminadas em 1918. Finalmente, foi inaugurado em 25 de maio de 1927. 

Monumento a Carlos Gardel. Cemitério da Chacarita (Guzmán 670)
O cemitério da Chacarita foi criado em 1871, quando Buenos Aires suportava uma epidemia de febre amarela. Em 24 de junho de 1935, Carlos Gardel morre tragicamente em um acidente aéreo no aeroporto de Medellín. Com o tempo, é construído um monumento, que atualmente passou a ser um local de peregrinação. Lá encontra-se um bronze que o representa em tamanho natural. Muitas pessoas, continuando com a tradução, colocam um cigarro aceso em sua mão direita e um buquê de cravos na esquerda.

Monumento ao balé nacional. Plaza Lavalle, na rua Libertad, entre Lavalle e Tucumán.  
Foi inaugurado em 1972, obra do escultor Carlos da Cárcova e do arquiteto Ezequiel F. Cerrato. Homenageia os membros do corpo de baile estável do Teatro Colón que um ano antes tinham morrido em um acidente de aviação no Rio da Prata. A figura central representa aos bailarinos Norma Fontenla e José Neglia. 

Monumento a Lavalle. Praça Lavalle, em frente do Palácio de Tribunais e a poucos metros do Teatro Colón.  
Juan Galo Lavalle foi um político e militar nas batalhas pela independência. Descendente direto do conquistador do México Hernán Cortés, Lavalle nasceu em Buenos Aires em 1797 e morreu, lutando contra o governador Juan Manuel de Rosas, em 1841.
Seu monumento foi inaugurado publicamente em 1887. É obra do uruguaio Pietro Costa e está localizado sobre uma coluna de 18 metros de alto. 

Monumento "Canto ao Trabalho". Av. Paseo Colón 800
É uma obra do escultor argentino Rogelio de Yrurtia (1879-1950). Trata-se de um grupo escultórico de 14 figuras humanas em bronze. 

Jaguareté do Parque Chacabuco. Asamblea com Emilio Mitre. Parque Chacabuco.
Foi esculpida em 1935 pelo artista Emilio Sarniguet e em 1977 foi retirada. Foi recuperada nos inícios do século XXI e colocada novamente no parque.

Monumento Los Andes. Plaza Los Andes, Av. Corrientes, Av. Jorge Newbery, Guzmán e Av. Dorrego,  Chacarita.
Dentro do parque está o monumento a Los Andes do escultor Luis Perlotti, realizado em bronze. Representa os povos calchaquí, tehuelche e ona.

Monumento a Chapeuzinho Vermelho. Av. Sarmiento com Av. del Libertador,  Palermo.
É obra do escultor francês Jean Carlus. Foi adquirida em 1937.

Monumento Fonte a Pedro de Mendoza. Parque Lezama -Brasil com Defensa, San Telmo.
Foi inaugurado em 23 de junho de 1937, realizado pelo escultor Juan Carlos Oliva Navarro. O monumento está formado por uma fonte quadrada com dois vazadouros que simbolizam o Rio Guadalquivir e o Rio da Prata, onde teve começo e fim a expedição. A escultura de Pedro de Mendoza é de bronze e contrasta com um muro revestido de mármore com baixo-relevos representando uma figura indígena. Pedro de Mendoza aparece cravando a espada no solo como símbolo da tomada de posse das terras. 

Praça Evita. Monumento. Av. del Libertador com Agüero, Recoleta. 
A quinta da família Unzué foi transformada em 1937 em uma residência presidencial de verão, onde moraram Evita e Perón entre os anos 1945 a 1952. Perón continuou morando ali até sua derrocada em 1955. O monumento foi inaugurado em 6 de dezembro de 1999, obra do escultor argentino Ricardo Gianetti, foi realizado em bronze sobre base de alvenaria revestida em granito.  Na base da escultura é possível ler, começando pela frente: "Para María Eva Duarte de Perón"; sobre o lado direito "Legado de luz, haste e bandeira" e sobre o lado esquerdo: “Hino de Honor e exaltação”.
O piso foi desenhado em forma de cruz latina e em seu perímetro diz:
"Soube dignificar a mulher, dar proteção às crianças e abrigar os anciãos, renunciando aos honores.” “Ela quis ser sempre simplesmente Evita, eterna na alma de nosso povo, por melhorar a condição humana de humildes e trabalhadores, lutando pela justiça social".

Monumento ao Gral. C. M. Alvear
O monumento ao Gral. Carlos María de Alvear é obra do escultor Antonio Emilio Bourdelle, que fora discípulo e colaborador do francés Auguste Rodin. Bourdelle demorou quase dez anos para construi-la. O general Carlos María de Alvear foi colaborador de San Martín, presidente da Assembléia do ano XIII e Diretor Supremo das Províncias Unidas do Rio da Prata em 1815. 

Floralis Genérica. Praça das Nações Unidas, Av. Figueroa Alcorta com Austria.
Desenhada em alumínio e aço pelo prestigioso arquiteto argentino Eduardo Catalano, foi doada em abril de 2002 ao Governo da Cidade. De acordo com  seu mentor, seu nome foi adotado porque é lei da flora designar suas espécies em latim. Floralis, significa que pertence à flora, e em conseqüência às flores, Genérica, por sua parte, deriva do conceito de gênero e indica que representa todas as flores. No que diz respeito à sua mensagem simbólica, Catalano afirmou alguma vez que a flor "é uma síntese de todas as flores e é de uma vez uma esperança que renasce cada dia ao se abrir". Seu console possui um relógio que regula, de forma automática, a abertura e fechamento: a flor se abre todas as manhãs às 8 ("se se abrisse ao amanhecer encontraria a cidade dormida") e se fecha ao crepúsculo, em um horário que muda segundo a estação do ano.
Há quatro noites especiais nas quais permanece aberta (em 21 de setembro, em 25 de maio e em 24 e 31 de dezembro).

Fonte das Nereidas. Costanera Sur.
Obra da escultora tucumana Lola Mora (1877-1936). O monumento, inaugurado no ano 1903 por doação de sua autora, recebeu as críticas da sociedade portenha da época pois não se concebia que uma mulher realizasse uma obra com tantos nus. Entretanto, posteriormente foi valorado o que representava, instalando-se finalmente em 1918 perto do denominado "espigón viejo" (espigão velho) em Av. Dr. Tristán Achaval Rodríguez. É uma obra monumental esculpida em mármore da Carrara, onde aparece a deusa Vênus surgindo do mar acompanhada por um séqüito de nereidas e tritões que a seguram. A deusa Vênus representava para os romanos o amor e a beleza, ao ser assimilada à Afrodita dos gregos que surgia do mar. Foi declarada Monumento Histórico Nacional.

Pirâmide de Maio. Praça de Maio.
É o primeiro monumento pátrio e foi construída pelo arquiteto Cañete, inaugurada em 25 de maio de 1811, a um ano da liberdade da Pátria.
Em 1856, o pintor e arquiteto, Prilidiano Pueyrredón projetou transformar a Pirâmide, mas a primitiva ficou no interior, colocando a estátua da Liberdade na parte superior, que antigamente estava no Teatro Colón.

Monumento aos dois Congressos. Praça dos dois Congressos; de costas à Av. Entre Rios e no do lado da rua Rivadavia.
Foi construído em comemoração à assembléia do ano XIII e ao Congresso de Tucumán do ano 1816. Está coroado por uma figura feminina que representa a república. Em atitude de avanço, segura em sua mão direita um ramo de louro, símbolo da vitória, a obra se apóia na guia de um arado símbolo do trabalho. Entre sua composição, nas suas bases se destaca um grupo escultórico no qual aparece um jovem seminu entre panos "voando", rodeado de alegorias aquáticas, cumprimenta com a mão direita ao sol nascente enquanto rodeia com a esquerda um remo. A seus lados duas figuras masculinas vertem a água de seus cântaros simbolizando os dois grandes afluentes do rio da Prata: o Paraná e o Uruguai. Um conjunto de cavalos, condores e outros gêneros de espécie animal e vários grupos de cupidos dançantes precatória os contornos do monumento e do lago. O autor do monumento, Jules Lagae, nasceu em Roules em 15 de março de 1862 e realizou esta obra com a colaboração do arquiteto Dhuicque, ela mereceu um prêmio em Roma.

Obelisco de Buenos Aires. Praça da República, Av. 9 de Julio altura 400 interseção Av. Corrientes altura 1000 
Foi inaugurado em 23 de maio de 1936, para comemorar o quarto centenário da fundação de Buenos Aires. Esta obra de 72 metros de altura -realizada pelo arquiteto Alberto Prebisch- muito questionada em seu momento e a ponto de ser demolida, finalmente foi aceita pelos portenhos como símbolo emblemático da cidade. Mede 67 metros de alto aproximadamente e 49 metros quadrados em sua base. Sua cor é branca e em seu interior, 206 degraus levam à cúspide, de onde através de quatro pequenas janelas, obtêm-se as vistas mais belas da cidade. Em cada uma de suas caras se lembra algum fato importante:
1536 Chegada de Pedro de Mendoza.
11 de junho de 1580 Fundação da Cidade.
1880 Federalização da cidade de Buenos Aires
1812 ano em que foi içada pela primeira vez a Bandeira argentina na torre da Igreja São Nicolás de Bari, que se encontrava nesse lugar.

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